Desempenho e DRE monetário
Qual foi, de fato, o resultado da empresa no período?
Reconstruímos a DRE em regime de caixa, reconciliada ao extrato e ao fluxo, com a cascata completa da receita ao resultado — custo, folha, estrutura, tributos e serviço da dívida em linhas separadas —, por CNPJ e consolidada. É a base sobre a qual todas as demais frentes se apoiam; sem ela, não há análise, há estimativa.
Estrutura de custos e folha
A folha está dimensionada para a operação que existe?
Montamos o de-para da estrutura atual para a estrutura adequada ao volume: custo efetivo por função, encargos, o ponto de troca entre hora extra e contratação, e receita por empregado comparada a referências do setor. Em construção civil e serviços, é a maior linha de custo e a que menos costuma ter número confiável.
Despesa administrativa e estrutura
Quanto da receita é consumido pela estrutura que não produz?
Separamos a estrutura administrativa do custo operacional, medimos a despesa administrativa como percentual da receita e a comparamos com a faixa praticada no setor, identificando o que é estrutura necessária, o que é herança de outro porte da empresa e o que é despesa do sócio classificada como despesa da empresa.
Modelagem e viabilidade de nova frente
Vale a pena fazer dentro de casa o que hoje se contrata fora?
Construímos o modelo econômico da frente em estudo — internalizar a locação de equipamentos, abrir uma unidade, comprar em vez de alugar — com investimento, custo de operar, composição societária possível, cenários e prazo de retorno. O modelo usa os números reais da empresa, não premissas de mercado.
Diagnóstico tributário por CNPJ
O regime de cada empresa do grupo ainda é o adequado?
Comparamos Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real por CNPJ, sobre a base reconciliada; medimos a distância até o teto e o sublimite do Simples; e examinamos a substância econômica da repartição de receita entre as empresas do grupo — ponto de risco que costuma ficar de fora quando se promete economia.
Transição da CBS e do IBS
O que muda no meu caixa com a CBS e o IBS?
Mapeamos a base creditável da empresa à luz da EC 132/2023 e da LC 214/2025, com atenção ao fato normativo de que a folha de pagamento não gera crédito no novo modelo — o que pesa sobre operações intensivas em mão de obra. Apresentamos a linha do tempo da transição e as janelas em que cada decisão precisa ser tomada.
Cenários e ações priorizadas
O que acontece se as coisas não saírem como o esperado?
Projetamos cenários base, otimista e adverso a partir da base reconciliada, cada um com premissa escrita e sensibilidade aos fatores que mais movem o resultado. Do cenário adverso derivam ações prudentes, priorizadas por impacto, esforço e risco — em número finito, para que possam ser executadas.
Governança e rito de conselho
Quem acompanha, com que pauta e com que meta?
Desenhamos o rito de conselho ou de reunião de sócios: periodicidade, pauta fixa, metas escritas, responsável nomeado por meta e registro das decisões. Governança aqui é método de acompanhamento, não reunião. É a peça que faz o diagnóstico virar decisão acompanhada em vez de relatório arquivado.
Painel de acompanhamento semanal
Onde estão os números da empresa, hoje?
Sistema próprio que consolida a DRE atualizada, o caixa por CNPJ, a folha, a dívida, os tributos, o semáforo de metas e os alertas, alimentado pelas mesmas fontes reconciliadas do diagnóstico e lido em rito semanal. Disponível no formato de entrega com acompanhamento.
O escopo efetivo é definido caso a caso: nem toda empresa precisa de todas as frentes, e contratar frente sem base reconciliada não produz análise útil.